segunda-feira, 16 de julho de 2012

Suicídio e Subsídio




 
  Suicídio é o ato ou efeito de suicidar-se; assassínio de si mesmo; auto destruição por livre vontade ou por falta de discernimento; autocídio.

De modo geral, crê o candidato ao suicídio que, exterminando o corpo físico, põe a termo aos sofrimentos. Realizado o gesto extremo, a grande ilusão se desfaz.

  Sai o Espírito do sofrimento e cai na tortura. Sai do ruim e cai no pior. O suicídio apenas é uma porta aberta para sofrimentos maiores.

A reencarnação é a porta de todos caminhos que levam a esclarecimentos e elucidações das mais complexas situações.

  O homem, em uma de suas partes possuí o Espírito Eterno e utiliza o Corpo Físico durante sua existência terrena. o processo da morte do corpo não interrompe a vida, apenas liberta o Espírito imortal que continua vivendo e progredindo.

  A vida não termina no túmulo.
  Vamos buscar as raízes do ser eterno.

▬  O ser humano, em princípio, é formado pelo:

  Espírito - Centelha divina,
  Perespírito - Corpo espiritual, semi-material,
  Corpo Físico - Energia mais grosseira do planeta...

... E, em suas caminhadas evolutivas, entre vivências na espiritualidade e na crosta terrestre, obteve acertos e erros, dos quais ganharam energias positivas ou negativas para o mesmo.

  Dentro da complexidade de fatos que assolam o homem na caminhada terrestre, sem dúvida nenhuma, encontra-se o ato do suicídio, praticado numa ação tresloucada, um dos fatos mais graves da conduta do ser humano.

A origem das tendências ao suicida, é seu próprio passado desastroso.

  O reencarnante com essas tendências, apresenta uma potencialidade energética no seu próprio Corpo Espiritual, o que atrairá obsessores (espíritos com afinidade fluídica) que se ligarão nas mesmas energias e o induzirão ao suicídio.

Tipos.

▬  Os tipos de suicídios são os seguintes:

  Menosprezo ao vaso físico,
  Destruição violenta do corpo,
  Excessos (álcool, orgias, alimentos, drogas, ambições)

Seja qual for o tipo de suicídio, todos responderão pelo seu gesto, segundo as circunstâncias que o motivaram.

  A responsabilidade pelo ato é compatível sempre com o grau de compreensão e evolução, existindo no caso, circunstâncias Atenuantes (doenças mentais, ignorância, obsessões) e Agravantes (conhecimento das leis de causa e feito, consciente do ato).

▬  Também pode se consumar de uma forma inconsciente e lenta. isso quando o indivíduo se entrega aos hábitos desregrados:

  Dos vícios,
  Da alimentação,
  Da imprevidência,
  Da cólera. é a “antecipação da morte”,
  Dos descuidos na preservação da saúde;
  Dos atos arriscados que põem risco a própria vida,
  Pelo desgaste do “tonus vital” do organismo físico, é o Suicídio Indireto.

Pode ser ainda um ato voluntário, quando o indivíduo planeja, em sã consciência, a auto destruição. É o Suicídio Direto.

▬  Segundo o tipo de suicídio, direto ou indireto, surgem as distonias orgânicas derivadas que correspondem a diversas calamidades congênitas, inclusive:

  Lepra,
  Câncer,
  Surdez,
  Mudez,
  Loucura,
  Cegueira,
  Depressão
  Mutilações,
  Anomalias no aparelho digestivo,
  Anomalias no aparelho respiratório...

... Tudo isso a representarem terapêutica providencial na cura da alma.

Esses desequilíbrios refletirão de forma menos ou mais acentuada nos órgãos atingidos pelo tipo de morte que o suicida elegeu. A sorte, portanto, não é a mesma para todos, depende das circunstâncias.

  Não são somente as dores físicas que afetam o suicida, existem também as aflições psíquicas, que são invisíveis aos olhos físicos, mas, nem por isso menos dolorosas.

Classificações:

▬  No livro “Estudando a Mediunidade (Martins Peralva) o suicídio classifica-se em:

  Por livre deliberação da pessoa,
  Por influência de obsessores,
  Por indução de terceiros.

A livre deliberação da pessoa (a) é a que mais prevalece, em razão de que o comando da vida lhe pertence e se sofre influências de obsessores ou terceiros é devido a sua fraqueza do que da coação.

▬  Fraqueza essa por:

  Tédio,
  Loucura,
  Saciedade,
  Falta de fé,
  Ociosidade,
  Orgulho ferido,
  Desconhecimento,
  Desgostos íntimos,
  Espírito de sacrifício,
  Esgotamento nervoso,
  Revolta pelas provas vivenciadas,
  E a mais grave, descrença em Deus.

No suicídio intencional, não há somente o problema da infração ante as leis divinas, mas também o ato de violência que a criatura comete contra si mesma, destruindo o corpo físico e lesionando o corpo espiritual, justamente no mesmo órgão atingido e terá que conviver na espiritualidade também com essas aflições.

  A influência de obsessores no suicídio encontra-se vinculada na maioria das deserções do mundo, com influências e sugestões que sintonizam nas vibrações também inferiores do então obsediado. Há casos gravíssimos de resgates, onde imperaria a discutível subjugação, onde o obsessor sobrepõe-se as reações e vontade do obsediado.

A indução de terceiros se dá quando os mesmos possuem certos interesses na morte, por exemplo, herança, cargo, chefia ou ambição, vindo a convencer o pretendente ao suicídio que a única saída para seu problema será desaparecer do mundo.

  As pessoas que se lhes vinculam na condição de pais, cônjuges, irmãos, são-lhes partícipes dos dramas e tragédias do passado, responsáveis diretos ou indiretos, que ora se reabilitam, devendo distender-lhes mãos generosas de auxílio fraterno e de amor.

Qualquer que seja o caso, quando o espírito se recuperar na espiritualidade, arrepender-se-á de ter desertado da vida física, pela noção que irá ter de Deus, o qual lhe teria dado a necessária “Resistência” para não praticar tal ato."



Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/suicidio-conhecer-para-prevenir/555/#ixzz20pBXlQW0

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