quarta-feira, 28 de novembro de 2012

COMO FAREI QUANDO SENTIR DESEJO DE COMER CARNE NO PLANO ESPIRITUAL?





O Evangelho com
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PORQUE DEVEMOS SER VEGETARIANOS?


Sabemos que, ao desencarnar, levamos conosco nossas perfeições e imperfeições. Nossos vícios e nossas virtudes. Nossos desejos e nossos sonhos. E, como não poderia deixar de ser, levaremos conosco, enraizado em nosso ser, o tipo de alimentação que tivemos na crosta, bem como o desejo de continuar com ela e, a dificuldade de mudarmos essa maneira de alimentação. Enfim, a natureza não dá saltos! E, nossa evolução, também não! Em pouquíssimos livros, psicografias, ou qualquer outro registro de cunho espiritual, consta o que faremos naquela "hora que bate o desejo de comer um bom pedaço de carne"! Nem nos livros espíritas mais simples que possamos ter em mãos! Há livros que falam de flores, animais, cidades, umbral, magos das sombras, vales de suicidas, romances, almas gêmeas, enfim, há livros para todos os gostos relatando todas as dificuldades espirituais da criatura humana no plano espiritual logo após sua desencarnação. Mas, pouquíssimos são, os que contam "como farei quando sentir desejo de comer carne!"
Há sim, os que relatam que o desencarnante "aprenderá como não mais precisar se alimentar". Mas... a evolução não dá saltos!!!! Milênios foram necessários para que nós chegássemos ao estado atual. Esta é, com absoluta certeza, a melhor existência de todas as que já tivemos até agora... mas, para chegarmos até este estágio,  foi preciso dar o primeiro passo!
Será que, conseguiremos, de um dia para o outro, modificar nossa maneira de comer, sem que seja preciso dar o "primeiro passo"?



Será que não existe livros espíritas sobre esse assunto? 

Existem sim! E, aqui, usaremos dois deles, como base para esse artigo.

Mas, antes de seguirmos, eu pergunto:

Porque será que este assunto é tão raro?
Porque é tão difícil ao ser humano falar disso?
Porque, mesmo com tantos estudos, exemplos, demonstrações, espíritos desencarnando, todos os dias, dos mais diversos males causados pela ingestão de gordura animal, é tão difícil para a humanidade, fazer e falar sobre isso?

Simplesmente porque isso mexe com nosso "desejo"! E tudo que mexe com nosso desejo é extremamente difícil! Mexe com nossos vícios! E, bem sabemos, que o vício mais difícil de conter, não são as drogas, ou seja lá o que for, é o vício de comer! Porque? Porque podemos viver sem fumar, sem beber, sem usar qualquer tipo de tóxico, podemos viver até sem respirar o ar do planeta, lembre-se de que a vida é eterna, ... mas.... não podemos viver sem comer!!!
E, como disse há pouco, "A natureza não dá saltos"!
Mas, é preciso que, o primeiro passo seja dado, para que possamos, um dia, chegar no lugar determinado.
Pense nisso, antes de continuar lendo.


Pois bem...
Devemos diminuir gradativamente a volúpia de comer carne dos animais. O cemitério na barriga é um tormento, após deixarmos á vida material. Os animais são nossos irmãos inferiores, eles também como nós, vem de longe, através de lutas incessantes e redentoras, e são como nós, candidatos a uma posição brilhante na espiritualidade. À medida que a alma progride, é necessário, também, que o vestuário de carne se lhe harmoniza ao progresso espiritual já alcançado. Percebam que, a nutrição varia conforme a delicadeza e sensibilidade das espécies. Enquanto a poética figura do beija-flor sustenta-se com o néctar das flores, o abutre delicia-se a saborear o cadáver em decomposição do animal.

Mediante os esclarecimentos espirituais ditados por mentores credenciados no labor mediúnico espírita, evidencia-se que muito grave é a responsabilidade daqueles que possuem conhecimentos, quanto os malefícios da alimentação carnívora, não havendo desculpas que lhe suavize a culpa de terem devorado seus irmãos inferiores. O vegetarianismo deve ser a alimentação dos homens civilizados, principalmente daqueles que já são conscientes da realidade reencarnatória e da marcha ascensional que também os animais estão obrigados. A culpa começa exatamente onde começa a consciência quando já se pode distinguir o justo do injusto e o certo do errado.

Quando o bruto devora o seu irmão inferior, para matar a fome, trata-se de um espírito sem culpa e sem malícia perante a suprema Lei do Alto. Sua consciência não é capaz de extrair lições morais ou verificar qual o caráter superior ou inferior da alimentação vegetal ou carnívora. Mas o homem, que sabe implorar piedade e clamar por Deus, em suas dores; que distingue a desgraça da ventura; que distingue o criminoso do santo; o ignorante do sábio; e o bem do mal, esse homem também deve saber o erro que comete diante da pratica da alimentação zoofágica diária. Esse homem também há de compreender o equívoco da matança dos pássaros e da mutilação incessante nos matadouros, e será um delinqüente perante a Lei de Deus se, depois dessa consciência desperta, ainda persistir no erro que já é condenado no subjetivismo da alma e que desmente a Lei superior.

O direito de destruição acha-se regulado pela necessidade que o homem tem de prover ao seu sustento e a sua segurança. O abuso jamais estará contido em seu direito. O homem é culpado de matar animais, portanto não lhe assiste esse direito, uma vez que, não lhe falta a fruta ou o legume para seu sustento; nem carece da morte do irmão inferior para a sua segurança biológica.

No âmbito da fisiologia humana podemos constatar que: A produção da toxidade causa a superação renal e do fígado, que se vêem obrigados a atender a necessidade extra da filtragem super dosada. O pâncreas esgota-se produzindo o fornecimento excessivo de fermento. As ilhas de Lanson atrofiam-se, reduzindo-se a produção de insulina, ocasionando a diabete. O movimento peristáltico do intestino é perturbado, pela ação das toxinas produzidas pelas vísceras animais, ingeridas, causando o aumento da viscosidade sangüínea causando a apoplexia. O ácido úrico se dissemina pelo sangue, causando o artritismo.

No aspecto esotérico, os homens são fornecedores da substância vital através do trucidamento de bois, carneiros, suínos, vitelas, cabritos, coelhos, galinhas e gansos. Seus sangues inocentes são vertidos nos pisos de matadouros e frigoríficos. E depois sucumbem aos processos de obsessões, vampirismo e vingança dos magos das sombras, alimentados por essa energia vital. “Enquanto o homem assassinar animais e comer sua carne, vamos continuar tendo guerras.”

“Não há injustiça na Lei Divina, portanto, a lei cármica não permitirá que os homens sejam felizes, enquanto massacrarem seus irmãos menores, indefesos e serviçais, que também têm almas e sentem dores!”

“Quantas tragédias, angústias e sofrimentos que há séculos afligem a humanidade, são resgates cármicos provenientes da culpa espiritual de verter o sangue do irmão menor, a serviço do Vampirismo da terra e do espaço.” Os líderes da Sombra, fortalecidos pelo derramamento diário dos rios de sangue animal, promovem então, com sucesso, as guerras, para o fornecimento de sangue humano, de melhor vitalismo para eles.

“Sob a justiça implacável da Lei do Carma, a quantidade de sangue vertida pelos animais e aves resulta em quantidade igual de sangue humano jorrado nos morticínios das guerras e guerrilhas!” Infeliz humanidade terrena, escrava de um circulo vicioso, em que os vivos dotados de razão trucidam os vivos irracionais para devorar-lhes as carnes, e depois enfrentam o sofrimento de verem os filhos ou parentes irem para o massacre dos campos de batalhas!

É de conhecimento de muitos, que há pessoas extremamente bondosas, preocupadas com a caridade e que normalmente alimentam-se de carne. Por outro lado, ocorre o oposto, alguns egoístas, maldosos e que somente agem dentro do padrão extremista do egocentrismo, são vegetarianos. Devemos observar que, nem sempre o homem vegetariano é evoluído, mas, todo homem evoluído fatalmente será vegetariano.

Temos provas irrecusáveis de que podemos viver e gozar de boa saúde sem recorrermos a alimentação carnívora. Basta considerar a existência de animais corpulentos e de um vigor extraordinário em nosso mundo, tais como o cavalo, o elefante, o boi, o camelo e outros que são rigorosamente vegetarianos.

Quanto ao condicionamento pelo hábito da alimentação carnívora, devemos compreender que nosso orgulho, a vaidade ou a crueldade assim como outros tantos defeitos, são estigmas que se forjaram através de séculos, mas que teremos que eliminá-los definitivamente do nosso psiquismo. Assim como os vícios de fumar e o uso imoderado do álcool também se estratificam na nossa memória etérica; no entanto, nem por isso nos os justificamos como necessidades imprescindíveis das nossas almas invigilantes.

O Comando Sideral está empregando todos os esforços a fim de que o terrícola se afaste, pouco a pouco, da repugnante preferência zoofágica. A humanidade atual deve reconhecer que já ultrapassa os prazos espirituais demarcados para a continuidade suportável dessa alimentação mórbida e cruel. Na técnica evolutiva sideral, o estado psicológico do homem atual exige urgente aprimoramento no gênero de alimentação; ela deve corresponder, também as próprias transformações progressistas que já se sucederam na esfera da ciência, da filosofia, da arte, da moral e da religião.

Chegará o dia em que a Terra será promovida a um mundo regenerado. Situação onde o Planeta Terra, somente abrigará espíritos portadores dos bons hábitos. Quando isso ocorrer, não haverá mais espaços para os matadouros. Essa futura humanidade terá a consciente despertada e saberá dar o devido valor ao sentido real da vida material, não somente para seu semelhante humano, mas também a vida do seu irmão inferior, os animais.

Nessa ocasião, todos os terráqueos serão vegetarianos. Os espíritos que não se ajustarem á nova forma de vida, mais saudável e amorosa, deverão seguir para outro mundo mais inferior condizente com sua condição primitiva no tocante a alimentação carnívora e demais vícios danosos à evolução espiritual.



Obras Consultadas:
Fisiologia da Alma – Ramatís – Capítulo A Alimentação Carnívora e a Vegetariana – Páginas 15 á 78.
Paz e Amor Bicho! (A Alimentação á Luz do Cosmo) –  Mariléa de Castro




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