sábado, 13 de outubro de 2012

TEATRO: ALLAN KARDEC, UMA OLHAR PARA A ETERNIDADE






ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES!!

ATÉ 28 DE OUTUBRO
SEXTAS E SÁBADOS 20:30H  /  DOMINGOS 19:30H
TEATRO MAX NUNES
RUA CAMPOS SALLES 118 / TIJUCA.

AO LADO DA ESTAÇÃO DE
METRO AFONSO PENA 



P R Ó X I M A S    A P R E S E N T A Ç Õ E S

Domingo 04/11 - Lona Cultural de Jacarepaguá.
Sábado 10/11 - Centro Espírita Ramatis - Tijuca.
Sábado 17 e Domingo 18/11 - Teatro São Pedro D´Aldeia - Região dos Lagos.
Sábado 24 e Domingo 25/11 - Centro Espírita Lar Zarabatana - Tijuca.
 
A confirmar: 
Centro Pedro - Macaé, RJ.
Teatro em Petrópolis, RJ.
Auditório Ceerj , Centro, Rio de Janeiro.
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APRESENTAÇÕES NO TEATRO DA F.E.I.C.

Foto: Stella Couto 




RESERVE  JÁ  SEU  INGRESSO!
(21) 7840-8235  /  (21)  9987-4280  /  (21)  8111-1281


P R O J E T O 

Falar de grandes homens, contar suas trajetórias e ilustrar suas etapas para o sucesso formam rico leque para a cultura de nosso país. O teatro  tem essa responsabilidade. Pelo seu profundo e imenso amor ao bem e a verdade, Allan Kardec edificou para todo o sempre o maior monumento de sabedoria que a humanidade poderia ambicionar, desvendando os grandes mistérios da vida, pela compreensão racional e positiva das múltiplas existências. Allan Kardec dedicou-se à observação e estudo dos fenômenos espíritas, sem os entusiasmos naturais das criaturas ainda não amadurecidas e sem experiência. A codificação da doutrina espírita colocou Kardec na galeria dos grandes missionários e benfeitores da humanidade. A sua obra é um acontecimento tão extraordinário que instituiu os limites do homem com o universo. A missão do mestre do espiritismo, como havia sido prognosticada pelo "Espírito da Verdade", era de muito trabalho e perigos, pois ela não seria apenas de codficar, mas principalmente de abalar e transformar a humanidade. A missão foi-lhe deveras árdua, entretanto ele jamais esmoreceu diante da tarefa. Contar quem foi e o que fez Allan Kardec, é um ato de grande importância e enorme valor. Nosso espetáculo traça o perfil do homem que com sua "ciência", desvendou uma nova doutrina e criou uma nova maneira de acreditar na vida, para os mistérios além dela. Aprendendo a ter esperança, se posicionando melhor para os caminhos de Deus, vibrando em direção à fé, a doutrina ilumina o coração do planeta Terra para a felicidade. Este espetáculo vai mostrar ao público a grande responsabilidade que temos com a evolução e as mudanças. Precisamos estar sempre bem abertos a elas! O Espetáculo tem a duração de 1 hora e vinte minutos.
Allan Kardec
(Lyon, 3 de outubro de 1804 / Paris, 31 de março de 1869)


E N C E N A Ç Ã O

O espetáculo atinge a um público eclético, formado por simpatizantes dos assuntos espirituais, por aqueles que buscam respostas às suas indagações e por pessoas comuns que acreditam na eternidade da alma.
Por se tratar também de uma biografia da vida de Allan Kardec, mostra o cientista que era e o seu lado cético e como passou a interagir no mundo dos espíritos.
A curiosidade pelos assuntos espirituais se junta, nesta peça, ao objetivo que nossa equipe tem de contar boas histórias, de fazer um bom teatro.
A passagem de Allan Kardec por este tempo, nos traz material muito rico. Sua vida foi pontuada por encontros marcantes com grandes personalidades.
Com certeza vamos atender ao público que busca um trabalho sério, verdadeiro e de grande responsabilidade, tratando deste tema com muita dedicação.



ANA ROSA   (Diretora do Espetáculo)
Um dos convites mais agradáveis que recebi recentemente foi do colega e amigo
Rogério Fabiano, para dirigir o espetáculo “Allan Kardec - um olhar para a eternidade”.
Passado o primeiro momento de surpresa, e porque não dizer até de certo orgulho pela deferência, bateu em seguida o peso da responsabilidade.
Os vários anos de trabalho como atriz ajudaram a decidir, por um lado e por
outro, as duas experiências de direção teatral de textos versando igualmente sobre
a doutrina Espírita: “Violetas na janela” e “O cândido Chico Xavier”. Duas experiências bastante positivas, dado o sucesso de ambos os espetáculos.
Resolvi aceitar esse desafio principalmente pelas seguintes razões: por tratar-se de um texto delicado, de uma enorme sensibilidade e muito bem elaborado por Paulo Afonso de Lima; pela tranquilidade de contar com a segurança de um elenco de alto nível artístico, incluindo o próprio Rogério Fabiano; e por se tratar da vida de Allan Kardec, o codificador do espiritismo.
Não por acaso, felizmente, sou espírita praticante há mais de trinta anos.
Portanto, estudante das obras básicas, os cinco primeiros livros de Kardec.
Nada mais justo então, que buscasse no próprio Kardec inspiração para alcançar
esse objetivo. Em “Obras Póstumas” ele assinala as características das fases de transição no campo das artes da seguinte forma: “As artes só sairão do seu torpor quando houver uma reação visando às ideias espiritualistas”. E completa: “É matematicamente exato dizer que, sem crenças, as artes não têm vitalidade possível e que toda transformação filosófica traz, necessariamente, uma transformação artística paralela.”
Rogo aos espíritos amigos protetores das artes a inspiração necessária para
orquestrar esses instrumentos sensíveis que se colocam em minhas mãos e espero estar à altura dessa tarefa, colaborando assim para que esse espetáculo traga luz e conhecimento para o público em geral a cerca de quem foi esse grande homem: Allan Kardec.

Ana Rosa
Rio de Janeiro, 30/05/2012



Ana Rosa nasceu na cidade de Promissão, estado de São Paulo, no “Circo Teatro Novo Horizonte” que pertencia ao seu avô, o Capitão Juvenal Pimenta.
Foi colocada no palco aos quinze dias de nascida na peça “O mundo não me quis” na qual fez um recém nascido abandonado na porta de um convento.
Sua estréia como profissional, com falas, foi aos 4 anos de idade, na peça “Os dois garotos”. Ana cresceu no circo e além das peças também trabalhava no trapézio e no arame. Em 1951 começou a ter aulas de dança flamenga e bailes típicos.
Em 1960 participou juntamente com o humorista Dedé Sant’Anna, que foi seu primeiro marido, da inauguração da TV Alvorada em Brasília apresentando números circenses e teleteatros ao vivo.
Ana trabalhou ainda no gênero revista com J. Maia, Fernando Dávila, Guinter e Américo, Colé, Augusto Cezar Vanucci, etc.
Em março de 64, recebeu convite de Cassiano Gabus Mendes, então diretor artístico da TV Tupi, para protagonizar a novela “Alma cigana”, a primeira gravada em vídeo tape da TV Tupi e levada ao ar diariamente em horário nobre. Lá permaneceu até janeiro de 1980, quando a emissora faliu. Na Tupi participou de 28 novelas. Fez ainda 4 novelas no SBT, 3 na Manchete e 24 na TV Globo. ”Fina Estampa” é a de no. 59. Durante todos esses anos continuou trabalhando em teatro.
Em 1997 fez junto com seu segundo marido, o ator Guilherme Corrêa a adaptação do livro “Violetas na Janela” e, está até hoje produzindo e interpretando esse texto. Em 1998 foi convidada para dirigir o espetáculo “O Cândido Chico Xavier” que também continua em cartaz até hoje.
1997- Entrou para o Guiness Book como a atriz recordista de telenovelas. Recorde que mantém até hoje, ano de 2012, com 59 novelas.


No cinema os trabalhos mais recentes foram:
2008- “Bezerra de Menezes”, de Glauber Rocha
2009- “As vidas de Chico Xavier”, de Daniel Filho
2009- “Nosso lar”, de Wagner Assis
2009- “O filme dos espíritos”, de André Marouço
2009- “E a vida continua”, de Paulo Figueiredo.
Em 2004 lançou o livro "Essa louca televisão e sua gente maravilhosa" onde narra algumas passagens pitorescas de sua vida profissional.
Em 2010 graduou-se como bacharel em Cinema pela Universidade Estácio de Sá.

E L E N C O
ROBERTO PIRILLO

Ator consagrado na dramaturgia brasileira com atuação, na televisão, em mais de cinquenta novelas, além de inúmeros espeatáculos, peças teatrais e filmes de cinema.

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ANJA BITENCOURT     AREIAS HERBERT
ÉRICA COLLARES    RENATA PIRILLO
ROGÉRIO FABIANO
 
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CONTATOS

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