quarta-feira, 28 de novembro de 2012

CELEBRAÇÃO DO NATAL





O Evangelho com
busca aleatória


Nesta época do ano,
Se aproximando o Natal,
Já vou entrando no clima
Desta data Natalina,
Que me traz lindas lembranças
Que fazem-me enternecer,
Mas, ao mesmo tempo sofrer.

Lembro um momento importante,
Que eu vivi na minha infância,
E que ficou bem marcante.

Uma senhora bem pobre,
Mas, de um coração nobre,
Preparava pra família
Humilde ceia de natal.
Mas, muito feliz a cantar!

Não sei por que, de repente,
Algo veio em minha mente...
E eu perguntei à senhora:
Será que não está na hora
Do Papai Noel chegar?

Ela respondeu sorrindo:
Te acalma, menino lindo.
Papai Noel já está vindo.
Mas a ceia, não é pra ele.
É pra homenagear aquele,
Que nasceu bem pobrezinho,
Mas, com um coraçãozinho
Muito puro de amor.
Que veio a esse mundo,
Para aliviar a dor
De todas as criaturas.

Ensinando tudo aquilo
Que traz a felicidade.
Mas com grande crueldade,
Foi morto e pregado na cruz.
Porém, deixou sua luz.
Que ilumina a todos nós.
E o nome dele é Jesus.
Que nesta noite estará,
Aqui, e em todos os lares,
Não importando os lugares.

Não entendi muito bem,
Pois, ainda era criança.
Mas com o tempo passando,
E as peças se encaixando,
Aos poucos fui compreendendo.
Mas nunca pude aceitar,
Que a ceia de Natal,
Seja tão farta pra muitos
E pra outros tão escassa.

Por isso que, nessa época,
Se aproximando o Natal,
Às vezes me sinto mal.
E então, o Natal para mim
Perde um pouco a sua graça.

Não sei por que sou assim.
Embora hoje sabendo,
Que tudo a acontecer
Tem uma razão de ser;
Não posso deixar de sentir
No coração muita dor.
Por ver que muitos não tem
Um pingo de compaixão,
Por aqueles que na vida
Só passam necessidade.
Apesar de a humanidade,
No seu grau de intelecto,
Estar tão desenvolvida.

Com tanto progresso feito,
Não respeitam o direito
Do pobre, do miserável,
Que é também filho de Deus.
E que por isso merece,
Todo carinho e respeito.

Mas não é o que acontece.
Enquanto os mais abastados,
Do bom e do melhor consomem
Os miseráveis padecem,
E muitos morrem de fome.

Mas um dia, a humanidade,
Há de se regenerar!
Usando o seu potencial
De intelectualidade,
Para progredir também
No aspecto, moralidade.

Então, não mais haverá,
Fome, em lugar algum.
Pois estando a sociedade,
Moralmente organizada,
Haverá fraternidade.
Estarão todos reunidos,
Sob uma mesma bandeira:
A do Amor e Caridade.

Então poderei lembrar,
Momentos da minha infância,
Sem nenhuma amargura.
Pois haverá só ventura.
E o Natal será lembrado,
Com carinho e com ternura.
Ninguém, vai se sentir mal.
Pois todos terão apreendido,
O verdadeiro sentido,
Da CELEBRAÇÃO DO NATAL.

"Nathalicio"

Coluna do Irmão Luiz Carlos




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